Temos a sorte de viver numa época em que o acesso ao sucesso está ao alcance de muitos. Com a redução de barreiras conseguida com a realidade digital e as conquistas de alguns, criou-se a ideia que é possível a qualquer um com uma boa ideia, criar uma micro empresa com um elevado potencial de crescimento que em pouco tempo atinge resultados que até recentemente só eram possíveis para as muito grandes empresas e, mesmo estas, só ao fim de alguns anos de actividade no mercado.
Neste momento as incubadoras, fundos de venture capital,  business angels, incentivos para empreendedores começam a ser conceitos conhecidos também na Europa. No caso português temos casos de referencias internacionais como a Beta-i, Startup Pirates e a Startup Lisboa. Focando um pouco mais em Lisboa, podemos ver o sucesso das iniciativas como o Lisbon Challenge ou a Semana de Empreendedorismos de Lisboa que colocam Lisboa no mapa como sendo European Entrepreneurial Region of the year 2015.
Com toda esta actividade de apoio ao empreendedorismo e a disponibilização de recursos que permitem aos empreendedores ganhar os recursos que lhes faltam para que a sua micro empresa ou ideia se converta numa realidade e num caso de sucesso, os Estados Unidos deixam de ser “o” local para se estar. É verdade que a dimensão de mercado e o nível de apoios é muito forte dada a cultura implantada a nível de startups neste país que só agora começa a ganhar expressão na Europa.
No entanto este despontar da cultura de Startups tem chamado a atenção de todo o já montado ecosistema Americano de Startups que tem vindo a estar cada vez mais atento ao que é feito deste lado do Atlântico. Muito tem ajudado para isto os intercâmbios feitos e as apresentações de projectos que têm um alcance global.
Felizmente, neste momento já é possível para uma Startup Portuguesa conseguir ter um impacto a nível global. Será que podemos dizer que a Critical Software foi a pioneira? terá sido ela a primeira Startup Portuguesa a ter sucesso global?
Hoje temos a União Europeia a apoiar a cultura das startups e Portugal presente no Tech Allstars  com Ricardo Marvão da Beta-i na Board de Selecção de um projecto que visa encontrar as melhores Startups Europeias e proporcionar-lhes acesso aos mais prestigiosos eventos, além de poderem apresentar o seu pitch a empreendedores  no Founder’s Forum em Londres no Digital Agenda Assembly.
Com estas acções o acesso a uma dinâmica global permite que Portugal ultrapasse as desvantagens de estar longe do centro geográfico da Europa para lutar a par com as Startups Europeias e Americanas.
A importância do apoio desta cultura de Startups e de criação de emprego prende-se muito com a estratégia de recuperação económica europeia que em muito depende das PME e dos empreendedores que com os seus projectos conseguem criar emprego e dinamizar a economia.
O MagniFinance, como Startup tecnológica tem estado presente em alguns eventos de Startups como a Semana de Empreendedorismo de Lisboa e mais recentemente no Lisbon Investment Summit a apresentar o seu projecto que pode ajudar os empreendedores a estabelecer uma relação mais próxima e transparente com os investidores através do acesso em tempo real às informações financeiras da empresa que estão actualizadas ao dia. Esta ferramenta permite aos investidores uma maior confiança no projecto e maior possibilidade de apoiar os empreendedores com os seus conhecimentos.

É uma pequena contribuição para tudo o que é necessário ao sucesso de uma Startup, mas acreditamos que todas as pequenas ajudas contam e contribuem para aumentar o potencial das Startups Europeias e, consequentemente, mudar o foco dos Estados Unidos para a Europa como polo de desenvolvimento de Startups de Sucesso Global.


  • Nuno Rodrigues
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Tags: EmpreendedorismoStartUp

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