Como era bom saber o Futuro. Saber exactamente quais os clientes que vão pagar, saber se cumprem os prazos e em alguns casos se chegarão mesmo a pagar… 
 
Podemos sempre consultar os astros, as cartas, os búzios ou mesmo as runas, mas o Futuro é sempre uma previsão e uma incerteza proporcional à precisão da informação que temos.

Como era bom saber quanto vamos facturar, quais os projectos que iremos conseguir a adjudicação, quais os projectos que embora invistamos horas a fio, serão em vão.

O ser humano tem alguma dificuldade em lidar com a incerteza e, embora os empreendedores se sintam confortáveis e prosperem neste ambiente, utilizam diferentes estratégias para reduzir o número de imprevistos e aumentar a qualidade dos seus planos.

Como é que fazemos para antever o Futuro? Compilando informação em formato útil e disponibilizando-a quando importa.

Imaginemos que tínhamos as nossas necessidades previsíveis de tesouraria asseguradas durante 3 meses e ainda nos sobrava dinheiro. É um cenário muito agradável, mas também é um cenário que para ser diagnosticado necessita que tenhamos uma noção muito clara de quais as necessidades financeiras que teremos nos próximos 3 meses.

Como é que podemos saber?

No que respeita a custos fixos é relativamente fácil. Basta inserir os valores, as datas previstas de pagamento e o fornecedor no Magnifinance e automaticamente ele inclui este valor nas previsões. No caso de custos variáveis, caso já estejam definidos os valores e as datas, podemos inseri-los também. O mesmo se passa com as receitas, deixando a ressalva de estimar a data de recebimento o mais real possível, mesmo que esta seja diferente da data de vencimento da factura.

Com o deve e o haver calculado, conseguimos aferir o saldo mês-a-mês, semana-a-semana e até dia-a-dia e ir validando a previsão à medida que os movimentos de conta a confirmam ou refutam.

No caso de a previsão ser positiva, basta um contacto com o gestor de conta para termos uma lista de possibilidades de investimentos de curto prazo para podermos rentabilizar este saldo de tesouraria.

O inverso também é possível. Um contacto com o gestor de conta com alguma antecedência pode ser o suficiente para este poder encontrar soluções que nos ajudem a ultrapassar qualquer dificuldade de tesouraria num momento em que as contas da empresa ainda se apresentam interessantes para o Banco.

Por vezes são estas pequenas decisões que fazem toda a diferença no Futuro da Empresa.


  • Nuno Rodrigues
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Tags: Boas práticasGestão Financeira

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