Gostaria de saber como pode aumentar a sua receita recorrente? Qual a opção mais adequada para o seu negócio e que estratégia adotar para fidelizar mais clientes? Continue a ler para saber mais sobre este modelo de negócio.


O que é a receita recorrente?

Quando falamos em receita recorrente, ou modelo de assinaturas, como é também conhecido, estamos a falar de um modelo de negócios que se baseia na venda de produtos ou serviços que são pagos com uma determinada frequência, geralmente mensal. Este modelo pode ser aplicado tanto a grandes empresas como a PME’s.

 

Como pode este modelo de negócios ajudar a sua empresa a crescer?

Ao ter um modelo de negócios assente na receita recorrente, assegura-se que tem uma base de clientes que, regularmente, paga por determinados produtos/serviços.

Este modelo permite-lhe ter uma visão mais clara dos ganhos, podendo também controlar os gastos de forma mais eficiente e planear investimentos a longo prazo com menos riscos associados.

Para as empresas que trabalham com produtos, ter uma base de clientes definida ajuda também a controlar os stocks e a fazer uma gestão mais eficiente, evitando um empate de capital desnecessário com a aquisição de matéria-prima e despesas associadas ao armazenamento.

Este modelo de negócios potencia a fidelização do cliente, essencial para qualquer empresa, pois este terá assim mais tempo para conhecer melhor os serviços ou produtos que está a contratualizar, bem como a própria empresa que os comercializa. Neste cenário, não nos esqueçamos que para as empresas, o processo de “conquista” de um novo cliente é muito mais custoso do que mantê-lo, por isso, um modelo de negócios que ajude a fidelização do cliente é sempre bem-vindo!

 

É possível mudar o meu modelo de negócios para receita recorrente?

Inicialmente projetou o seu negócio de maneira diferente e agora verifica que o modelo de receita recorrente pode ser, afinal, o mais vantajoso? Gostaria de adicionar esta componente ao seu negócio para potenciar a fidelização de clientes e as vendas? Pois fique a saber que é possível, havendo casos de sucesso que o comprovam!


 

Vejamos agora mais detalhadamente as várias opções que tem à sua disposição e perceba a que se enquadra melhor no seu negócio:

Streaming

Já deve estar familiarizado com os produtos oferecidos pelo Netflix ou pelo Spotify. De facto, estes são dois bons exemplos de serviços de streaming, permitindo ao cliente consumir conteúdo digital, como música, filmes, séries, entre outros, da forma que desejar, sem haver necessidade de fazer download, ou de comprar efetivamente o serviço.

Vejamos um exemplo prático: para aceder aos conteúdos do Netflix, basta pagar a sua assinatura mensal. Se quiser prescindir do serviço, é simples, basta deixar de pagar a assinatura.


Contratos de fidelização

Neste tipo de serviços o utilizador pode fazer uso de forma continuada e por tempo indefinido de um determinado produto / serviço. Um exemplo que encontramos no dia-a-dia são os pacotes de comunicações comercializados pelas operadoras. No entanto, ao contrário do modelo de streaming, este serviço é menos flexível, uma vez que geralmente envolve contratos de fidelização e na desistência do serviço não se pode simplesmente deixar de o pagar. O cliente terá de tomar outras diligências, respeitando o tempo de fidelização contratualizado.

 

Software as a Service (SaaS)

Este tipo de serviço é tipicamente associado a empresas que comercializam softwares e aplicações. Desta forma, o utilizador em vez de as adquirir de forma indefinida (o que implicaria que cada versão da aplicação/software ficasse obsoleta após cada atualização) tenha uma assinatura mensal, adequada às suas necessidades.

Este modelo permite que o utilizador tenha sempre acesso à versão mais atual do produto e o pacote de serviços ideal para fazer face às exigências do seu negócio.

Um exemplo bastante conhecido deste modelo de negócios é o da Microsoft. Inicialmente vendia as licenças dos seus produtos, mas agora optaram pelo sistema de assinaturas, em que o utilizador paga uma anuidade para aceder aos serviços. Esta mudança trouxe vantagens para o cliente, tendo a possibilidade de usar a versão mais recente dos programas de forma mais cómoda.

A MagniFinance desenvolve a sua estratégia de negócio assente neste tipo de serviço, permitindo aos seus clientes a utilização da plataforma de gestão financeira, incluindo funcionalidades diferenciadoras como a sincronização e reconciliação bancária que ajudam na gestão de pagamentos e recebimentos, entre outras funcionalidades.  Além disso, o cliente pode tirar partido de todas estas funcionalidades gratuitamente, durante 30 dias (comece agora).


Clube de assinatura

Nos negócios de e-commerce e no comércio em geral, devido às suas especificidades, é mais difícil implementar-se um modelo de receita recorrente no entanto existem alguns exemplos recentes que estão a ter bastante sucesso.

 

Neste modelo de receita recorrente o cliente paga uma mensalidade para receber um conjunto de produtos adequados ao seu perfil. Exemplos prático deste modelo de negócio são os programas de fidelização tal como o “Dollar Shave Club” (lâminas e outros produtos de barbear) ou o “Trunk Club” (uma selecção de roupa ajustada ao seu gosto que lhe é enviada para casa com a frequência que desejar) que tentam criar uma fidelização em processos do dia-a-dia.

 

De modelo free a freemium

O modelo de negócios do LinkedIn, inicialmente, não se baseava na receita recorrente, pois era um serviço free. No entanto, com o passar do tempo e devido à rede de empresas que conseguiu gerar, parte das assinaturas das empresas passaram a ser pagas, podendo estas começar a anunciar ofertas de emprego. Também os utilizadores singulares podem optar por pagar uma mensalidade, e ter assim acesso a outras funcionalidades que a versão gratuita não inclui.

 

Associar serviço de manutenção à venda

A General Electric adaptou o seu modelo de negócios, oferecendo serviços complementares à venda dos produtos. Sendo esta uma empresa que comercializa turbinas para aeronaves, o seu público-alvo é muito específico e a venda do produto em si não gera receita sempre. A solução que esta empresa encontrou para gerar receita recorrente foi passar a oferecer um serviço de manutenção, contratualizado para um período de 10 a 15 anos. Esta opção estratégica, além de gerar receita recorrente, contribui para a fidelização do cliente.


Já tenho o modelo de receita recorrente implementado. Como posso agora fidelizar e conseguir mais clientes?

Se conseguiu que um cliente subscrevesse o seu produto ou serviço, lembre-se: a concretização da venda não é o fim do ciclo, mas sim o princípio! Após conseguir atrair a atenção do cliente, a tarefa passa por conquistá-lo durante o pós-venda. Mas, o que fazer para conseguir a fidelizar o cliente? A receita recorrente dá a oportunidade à empresa de ter feedback dos clientes mais facilmente, devido à relação a longo prazo que se gera. Use essa facilidade de comunicação para melhorar os seus serviços, acompanhe o cliente e esteja sempre disponível para prestar ajuda a eventuais problemas técnicos ou dificuldades. A MagniFinance, por exemplo, disponibiliza um chat integrado no site, para que nosso cliente possa facilmente entrar em contacto com a nossa equipa de suporte, que está sempre disposta a ajudá-lo!

A conquista de novos clientes passará, também, pela aposta na criação de uma relação de confiança entre quem compra e quem vende. Não se esqueça que um cliente satisfeito é a melhor “publicidade” que pode haver para o seu negócio, pois facilmente poderá recomendar os seus produtos / serviços a outros utilizadores, aumentando a sua carteira de clientes.

 

Ficou com alguma dúvida sobre este modelo de negócios? Gostaria de nos deixar uma contribuição? Então não hesite em fazer um comentário abaixo!



  • Ana Pinho
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Tags: #GestãoBoas práticasEmpreendedorismo

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